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EstruturacaoImplatacaoTecAssistivasEscola

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2. Planejamento da Aplicação das Tecnologias
 
    Assistivas na Escola
 

A presente estruturação é resultado do trabalho de pesquisa elaborado pelos componentes do grupo. Todo o material dessa pesquisa encontra-se nas respectivas páginas rascunhos, de cujo conteúdo foi elaborado um resumo que constitui a presente página.

 

 

2.1. Conceito de Tecnologias Assistivas - Responsáveis Ilane e Janaina

 

Tecnologias Assistivas

Tecnologias assistivas são recursos e serviços que visam facilitar o desenvolvimento de atividades da vida diária por pessoas com deficiência. Procuram aumentar capacidades funcionais e, assim, promover a autonomia e a independência de quem as utiliza.

http://www.todosnos.unicamp.br/Diferencas/Recursos/tecnologias_assistivas_html

As tecnologias assistivas auxiliam na locomoção, no acesso à informação e na comunicação, no controle do ambiente, e em diversas atividades do cotidiano, como o estudo, o trabalho e o lazer. São exemplos cadeiras de rodas, bengalas, órteses e próteses, lupas, aparelhos auditivos e o controles remotos, entre outros.

Categorias

 

As Tecnlogias Assistivas podem ser divididas por categorias:

 

 

a) Auxílios para a vida diária e vida prática

 

São materiais e produtos que auxiliam à rotina, tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho, manutenção da casa, ... São exemplos os talheres modificados, suportes para utensílios domésticos, roupas desenhadas para facilitar o vestir e despir, abotoadores, velcro, recursos para transferência, barras de apoio, etc.

http://www.amr.org.br/eqterap/

 

b)Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA)

 

Comunicação alternativa é para pessoas que não apresentam outra forma de comunicação e C. Ampliada é para pessoas que possuem alguma comunicação mas que não é suficiente para as trocas sociais.

São recursos eletrônicos ou não que permitem a comunicação expressiva de pessoas que perderam a fala ou com limitações. São muito utilizados gestos, língua dos sinais, expressões faciais, pranchas de alfabeto ou símbolos pictográficos, computador com voz sintetizada, etc.

http://www.comunicacaoalternativa.com.br/adcaa/

 

http://www.comunicacaoalternativa.com.br/adcaa/ca/oquee.asp

 

c)Recursos de acessibilidade ao computador

 

São equipamentos que permitem as pessoas com deficiências sensoriais e motoras a usarem o computador. Dividem-se em 4 grupos: equipamentos para pessoas que não necessitam de recursos especiais, para pessoas que precisam de adptações em seu próprio corpo, que precisam de adaptações no computador e pessoas que necessitam de programas especiais.

Equipamentos de entrada como teclados modificados ou virtuais com varredura, mouse especiais e acionadores diversos, sotware de reconhecimento de voz, ponteiras de cabeça por luz, etc.

Equipamentos de saída como de síntese de voz, monitores especiais, softwares leitores de texto(OCR), impressoras braile e o linha braile.

http://www.comunicacaoalternativa.com.br/adcaa/comput/computador.asp

http://intervox.nce.ufrj.br/microfenix/import.htm

http://www.geocities.com/to_usp.geo/principalta.html

 

d) Sistemas de controle de ambiente

São sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança localizados no ambiente em que vive.

 

e) Projetos arquitetônicos para acessibilidade

São as adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho representadas por rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras que eliminam ou reduzem as barreiras físicas, o que facilita a locomoção da pessoa.

 

f) Órteses e Próteses

Órteses são peças artificiais colocadas junto a um segmento do corpo, garantindo-lhe um melhor posicionamento, estabilização e/ou função. Confeccionados geralmente sob medida e servem de auxilio para as mais variadas funções: escrita, digitação, utilização de talheres e objetos para a higiene pessoal, correção postural, etc.

Próteses são peças artificiais que substituem partes ausentes do corpo.

 

g) Adequação Postural

Compreende um projeto de recursos que garantam posturas alinhadas, estáveis e com boa distribuição do peso corporal controlando e prevenindo deformidades músculo-esqueléticas, melhoria do tônus postural, prevenção de úlceras de pressão, facilitação das funções respiratórias e digestivas e a facilitação de cuidados.

São almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos, posicionadores e contentores que suportam e posicionam tronco/cabeça/membros.

 

h) Auxílios de mobilidade

Representado por peças ou objetos que auxiliam na mobilidade: bengalas, muletas, andadores, carrinhos, cadeiras de rodas manuais oi elétricas, bases móveis, andadores, scooters de 3 rodas e qualquer veículo de mobilidade  pessoal na escola, casa ou  trabalho.

 

i)  Auxílio para cegos ou para pessoas com visão subnormal

Equipamentos para grupos específicos que visam a autonomia das pessoas cegas na realização de tarefas rotineiras: são lupas, lentes, grandes telas de impressão, ampliadores de tela de tv, hardwares como impressoras braile, lupas eletrônicas, linha braile, agendas eletrônicas, termômetro falado, relógio falado entre outros.

 

j) Auxílio para surdos ou pessoas com déficit auditivo

São vários equipamentos: infra-vermelho, FM, aparelhos para surdez, telefones com teclado-teletipo(TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros, celulares com mensagens escritas e chamadas por vibração.

 

k) Adaptações em veículos

São acessórios e adaptações que possibilitam a pessoa com deficiência a condução do veículo, facilitadores de embarque e desembarque(elevadores para cadeiras de rodas, rampas, auto-escola  especializada,entre outros) para o transporte partícula ou coletivo.

 

Outras Tecnologias Assistivas

- Materiais Pedagógicos adaptados

Propiciam a interação, convivência, autonomia e independência nas ações; aprendizado de conceitos, melhoria de auto-estima e afetividade, desenvolvidos pela Fundação Catarinense de Educação Especial.

http://www.fcee.sc.gov.br/ajudastecnicas/matpedagogico.htm

 

Websites referenciados:

http://atiid.incubadora.fapesp.br/portal/taat/taat-links-de-interesse

 

2.2. Legislação - Responsável José

 

Encontra-se no Portal Nacional de Tecnologias Assitivas, com toda a legislação federal sobre esse tema:

http://www.assistiva.org.br/ta.php?mdl=texto&arq=texto&l=leisfed

 

Esse portal tem o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (http://www.mct.gov.br/)

e do ITS - Instituto de Tecnologia Social (http://www.itsbrasil.org.br/).

 

No Portal Nacional de Tecnologias Assistivas podem ser consultados:

- a legislação federal (como o próprio nome diz: regula direitos em todo o território nacional);

- decretos (que regulamentam as leis);

- normas de acessibilidade (que permitem o acesso físico aos portadores de necessidades);

- concessões de próteses, órteses e bolsas coletoras (concedem benefícios aos portadores de necessidades assistivas);

- normas internacionais (convenções, declarações, programas e outros de organismos internacionais sobre esse tema).

 

Formação do professor para a educação especial: história, legislação e competências

por Maria Amelia Almeida

 

Um longo artigo que, como o título demonstra, trata da história, legislação e competências do professor que atua com a Educação Especial, aquele profissional que está na linha de frente, e que é apoio e referência, pela própria experiência, quando se trata de inclusão de PNEEs (portadores de necessidades educativas especiais).

 

Link para a íntegra do texto:

http://coralx.ufsm.br/revce/ceesp/2004/02/a2.htm

 

 

Legislação assistiva

 

http://www.cedionline.com.br/artigo_ta.html

 

No site acima encontram-se na íntegra dois anexos:

 

Anexo 1 - Decreto nº 3298, de 20/12/1999.

 

Anexo 2 - Decreto nº 5296, de 02/12/2004, publicado D.O.U. de 03/12/2004, que regulamenta as leis 10.048, de 08/11/2000 e 10.098, de 19/12/2000.

 

 

Declaração de Washington

 

http://www.mpdft.gov.br/sicorde/legislacao_01_A1_07.htm

 

Legislação deficiente

 

http://www.katatudo.com.br/buscas/legislacao_deficiente.html

 

Legislação sobre Inclusão Social-Digital

 

http://inclusao.ibict.br/index.php?option=com_content&task=view&id=540&Itemid=115

 

http://www.bengalalegal.com/tecnol-a.php

 

 

Do ponto de vista legal, pensar a implantação e utilização adequada das tecnologias no ambiente escolar cabe ao representante legal pela escola, ou seja, o gestor escolar (diretor da escola e equipe diretiva) e ao Conselho Escolar como órgão consultivo, deliberativo e fiscalizador.

 

 

2.3. Proposta de Estruturação do GEPEI - GEPEI (seguido das iniciais da escola) – Grupo de estudos e Pesquisas em Integração/Inclusão Escolar (seguido do nome da escola)- Responsáveis Grede e Helenita

 

Através dos resumos postados e demais leituras, estamos convencidos de que não existe algo definitivo, metodologias estanques, nem rígidas estruturas, para realização de inclusão de alunos portadores de necessidades especiais. Por isso mesmo, existem em vários níveis institucionais ligados à educação, grupos de estudos para troca de experiências e busca de soluções mais adequadas para cada comunidade. Por essa razão, cremos que a sugestão mais viável, seja a de expandirmos a nossa idéia inicial de um "Comité" para a de um GEPEI – Grupo de estudos e Pesquisas em Integração/Inclusão Escolar, o que, sem dúvida, alinharia nossas idéias e iniciativas ao que existe em outras instâncias. Embora isso, cremos que possamos alinhavar idéias e princípios gerais que possam nortear o funcionamento inicial de tal núcleo dentro da escola. Acreditamos também, que de qualquer forma, há necessidade de definirmos responsabilidades e, ao fazermos isso, esboçamos algum tipo de estrutura funcional o que julgamos importante para o desenrolar das atividades.

Talvez, a palavra chave que justificasse a implantação do grupo de estudos e pesquisas numa escola que se veja envolvida com inclusão seja:

 

REPONSABILIDADE SOCIAL, no seu sentido mais amplo.

 

Acreditamos mesmo, que tal grupo seja viável para tratar de amalgamar entre os mestres da escola uma pedagogia evolutiva no trato das questões de ensino, seja a inclusão de portadores de deficiência, seja a eventual adaptação de crianças com altas habilidades e, o mais comum talvez hoje, nas escolas, a inclusão de meninos e meninas com deficiências cognitivas resultantes de uma sociedade carente; crianças que emergem de famílias inseridas num contexto social que não lhes permite alimentar bem aos seus filhos, evitar doenças que abalam o seu organismo com seqüelas muitas vezes que se arrastam por toda a vida. Como lidar com um aluno dispersivo, com desvios genéticos de aprendizagem, com alunos perturbadores compulsivos, com agressividades compulsivas?

 

É tempo, acreditamos, de dar um basta na idéia de que o professor regente é o super professor, que com o seu curso de formação apenas, seja capaz de manipular todas as discrepâncias em sala de aula. É tempo de definir as responsabilidades de cada um. Entender que se trata de responsabilidade coletiva, incluindo professores regentes, diretores, professores especialistas, pais, alunos, sindicatos e organizações paralelas que se disponham a ajudar.

Para atingir tais objetivos justificar-se-ia a implantação da proposta que ora o nosso grupo 4 está desenvolvendo, cujos princípios de funcionamento , abaixo sugeridos, deverão ser aperfeiçoados.

 

Designação: GEPEI (seguido das iniciais da escola) – Grupo de estudos e Pesquisas em Integração/Inclusão Escolar (seguido do nome da escola)

 

Coordenador: Diretor da Escola

 

Participantes: Professor regente de classe, Especialistas de Comunicação Assistiva, Especialistas em Tecnologias Assistivas, Representantes da Associação de Pais, Representante da Associação de Alunos, Pedagogo da escola.

 

 

Atribuições do GEPEI:

 

- Estabelecer parcerias com entidades de educação especial;

 

- Buscar e gerir recursos;

 

- Criar instrumentos para realizar a integração escolar;

 

- Desenvolver uma pedagogia centrada no processo de ensinar e aprender, capaz de educar a todos;

 

- Construção de estratégias de ação junto aos educadores, alunos e famílias, que possibilite a implementação gradual, porém bem sucedida, do projeto de educação inclusiva, criando ações que combatam a apreensão e insegurança diante do projeto político-pedagógico da educação inclusiva;

 

- Concretizar entrevistas com os pais ou responsáveis pelos alunos com necessidades educacionais especiais;

 

- Propor uma postura de diálogo com a comunidade escolar, buscando conjuntamente a elaboração de estratégias de ação que favoreçam a execução da proposta de inclusão escolar;

 

- Exigir dos dirigentes o apoio previsto em lei.

 

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